sábado, 24 de novembro de 2007

PARÁBOLA DOS PESCADORES IMPRODUTIVOS

"Havia uma comunidade rodeada por riachos e lagos cheios de peixes famintos. Ela se reunia regularmente para debater sobre o seu chamado para a pesca, a fartura de peixes e o desafio de pegá-los. Eles estavam empolgados com a pescaria! "Alguém sugeriu que a comunidade precisava de uma filosofia para a pesca. Por isso, eles cuidadosamente definiram e redefiniram o que era uma pescaria e seu objetivo. Desenvolveram estratégias e táticas. Mas perceberam que haviam andado para trás, pois tinham abordado a pescaria do ponto de vista do pescador, em vez de se preocuparem com o peixe. Como será que um peixe enxerga o mundo? Qual a aparência do pescador para o peixe? O que os peixes comem e quando comem? Todas essas descobertas são interessantes. Assim, eles iniciaram estudos aprofundados e participaram de conferências sobre a pesca. Alguns viajaram para lugares distantes para estudar diferentes tipos de peixes com hábitos variados. Outros conseguiram se doutorar em ictiologia. Mas nenhum deles havia até aquele momento ido à pesca. "Portanto, já era hora de formar um comitê para enviar os pescadores. Como os locais de prospecção de peixes eram em número superior ao de candidatos a pescadores, o comitê precisou definir as prioridades. Uma lista de locais prioritários para pesca foi posta em murais de todas as salas da comunidade. Mas ninguém ainda estava pescando. Uma pesquisa foi lançada para descobrir por quê. A maioria daqueles contactados não respondeu à pesquisa, mas daqueles que responderam veio a descoberta de que alguns se sentiam chamados a estudar os peixes, outros se sentiam chamados a ser fornecedores de equipamentos para a pescaria, e vários queriam levar seu apoio aos pescadores. Com as reuniões, conferências e seminários, eles simplesmente não tinham tempo para pescar. "Então, um recém-chegado à Comunidade dos Pescadores, chamado Jake, participou de uma reunião comovente da comunidade, depois foi pescar e pegou um peixe grande. Na reunião seguinte, ele contou seu feito e todos o aplaudiram pelo resultado. Jake ouviu da comunidade que ele havia recebido um "dom especial de pescador". Então, ele foi escalado para discursar em todas as outras comunidades de pescadores, contando como fez para pegar o peixe grande. "Com tantos convites para conferências, além de sua conseqüente eleição para a junta diretiva da Comunidade dos Pescadores, Jake não tinha mais tempo para pescar, e não demorou muito para que ele se sentisse incomodado e vazio. Ansiava por sentir novamante o puxão na linha. Por isso, cancelou as palestras, renunciou ao cargo que alcançara na junta diretiva e disse a um amigo: 'Vamos à pesca!' E foi o que fizeram, dois deles somente, e pegaram peixes. Havia muitas pessoas na Comunidade dos Pescadores, e havia muitos peixes, mas poucos eram os pescadores de verdade." (Autor anônimo) fonte: A Bíblia evangelismo em ação - p. 941

AGENDA DE ORAÇÃO

CHOCANTE

O Kumbh Mela é a maior reunião religiosa do planeta, anexei a foto de um sadu. Ele tem o corpo coberto de cinzas, quase não usam, roupas e vivem em cavernas, fazem jejum constantemente, não cortam o cabelo, não fazem a barba, não tomam banho (só no rio ganjes), não cortam as unhas e andam com um tridente. Maiores detalhes nos links abaixo:

Veja esse link até o fim:
http://www.divinerevelation.org/KumbhMela.html
Ainda chamam isso de "DIVINA REVELAÇÃO!!!!" É mole?
http://www.divinerevelation.org/Tours.html#anchor104701
http://www.divinerevelation.org/India.html
http://www.pattayamail.com/398/features.htm#hd1
Pessoas de várias partes do mundo vão até a India para ter contato com os chamados "Santos Homens". Os SADUS são pessoas que abriram mão do convivio social para viver em um isolamento e dedicarem suas vidas completamente a religião hindu.
http://mulher.sapo.pt/Xt90/432923.html
http://www.diariodenavarra.es/hoyeneldiario/suplementos/semana/A12ART1A.asp (em espanhol)

IRAQUE, QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ

Dwight Moody disse: ‘Alguém não envolvido com evangelismo e discipulado é como um bombeiro que corre para um prédio em chamas apenas para ajeitar o quadro na parede’
CURIOSIDADE



Você sabia que a terra onde se disputa uma guerra com interesses mundiais em razão do petróleo, possui memoráveis histórias e mitos da civilização? Se você não sabe, veja a seguir: 1. O jardim do Éden era no Iraque.
2. Mesopotâmia, onde agora é o Iraque, foi o berço da civilização.
3. Noé construiu a Arca no Iraque.
4. A torre de Babel ficava no Iraque.
5. Abraão era de Ur, que ficava no sul do Iraque.
6. A esposa de Isaac, Rebeca, era de Nahor, que ficava no Iraque.
7. Jacó encontrou-se com Raquel no Iraque.
8. Jonas rezou em Nínive, que ficava no Iraque.
9. Assíria, que ficava no Iraque, conquistou as dez tribos de Israel.
10. Babilônia, que ficava no Iraque, destruiu Jerusalém.
11. Daniel esteve na cova dos leões. Onde? No Iraque!
12. Baltazar, rei de Babilônia, viu a "escrita na parede" no Iraque.
13. Nabucodonosor, rei da Babilônia, carregou os judeus prisioneiros através do Iraque.
14. Ezequiel fez suas orações no Iraque.
15. Os Reis Magos eram do Iraque.
16. Pedro também fez orações no Iraque.
17. O "império do homem", descrito na Revelação, era a chamada Babilônia, uma cidade do Iraque. E você, provavelmente, não sabe esta:
Israel é a terra mais mencionada na Bíblia. Mas você sabe qual a segunda? Isso mesmo! IRAQUE, que, na Bíblia, corresponde a nomes como Babilônia, terra de Shinar, Mesopotâmia. A palavra Mesopotâmia significa "entre dois rios", mais exatamente entre os Rios Tigre e Eufrates. O nome Iraque significa "País com Raízes Profundas".
Certamente o Iraque é um país com raízes profundas e de enorme importância na Bíblia. Exceto Israel, nenhuma outra nação tem mais história e profecias associadas a ela do que o Iraque. Agora, uma informação no mínimo curiosa :
Sabendo que a América é representada por uma águia, como será que o Bin Laden interpretou o seguinte trecho do Corão:
(..." aquele descrito como o filho da Arábia será acuado por uma águia amedrontadora. As garras da águia serão sentidas por todas as Terras de Alá e Lot, quando alguns dos povos tremerão no desespero e no júbilo. Quando as garras da águia limparem as terras de Alá, haverá Paz. " ) - Corão (9:11).

Prestou atenção no número do verso do Corão? . 9:11 (setembro, 11)

O SHOPHAR E A VOZ DO DEUS ETERNO

Textos: Pr. Osmar Luiz; Pr. Edson Valentim;Ap. Márcio Valadão e Pr. Vanelli.

1- O Avivamento e a Voz de Deus
Um instrumento que tem sido ressuscitado no meio do povo de Deus, nestes dias é o "SHOPHAR", um chifre de carneiro, que tem sido quase que um símbolo do presente mover do Espírito Santo. Creio que a compreensão do sentido escriturístico e espiritual do "SHOPHAR" vai conduzir a Igreja a usá-lo com discernimento e sabedoria. O pastor Osmar Luiz, de Goiânia, escreveu sobre o "Shophar", assim: "O termo shophar é traduzido em nossas versões bíblicas como buzina ou trombeta, mas com certeza o significado é mais profundo. Analisaremos esta palavra em alguns contextos básicos.
O Shophar é a Voz de YAHWEH
A palavra ocorre pela primeira vez em Êxodo 19:16: "Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial se estremeceu".
A palavra sonido em hebraico é qol, que significa voz. A palavra buzina ou trombeta é shophar. Está escrito em Êxodo 19:19: "E crescendo o sonido (qol) da buzina (shophar) cada vez mais, Moisés falava, e Deus lhe respondia por uma voz (qol)". Em Êxodo 20:18 está escrito: "Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina e o monte a fumegar, e o povo vendo isto, estremeceu e pôs-se de longe". Isto mostra que o shophar "fala" ou ele representa a "voz" de alguém.
Logicamente o shophar é a voz de Yahweh. O shophar é tocado e a voz de Yahweh é ouvida. Nesta atmosfera extraordinária há manifestações especiais, Moisés recebe os mandamentos, as diversas leis hebraicas e a planta do Tabernáculo. Neste contexto o shophar trouxe à existência a Palavra de Deus, ele é a voz de Yahweh.
Apocalipse 1:10-11: "Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e eu vi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: o que vês, escreve-o num livro, e envia-os às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia". Apocalipse 4:1: "Depois destas coisas olhei, e vi que estava numa porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvi, como que som de trombeta falando comigo, disse: sobe para aqui e te mostrei as coisas que depois destas devem acontecer". O termo shophar surge também no final da Bíblia como a voz de Deus dando os comandos à igreja e revelando o futuro da igreja, da humanidade, dos seres espirituais, a história final. O apóstolo João recebe a ordem de registrar tudo. Ele não tem dúvida de que aquela voz, o shophar, era a voz de Deus, conclamando e conduzindo a sua vida e a igreja de Yeshua Hamashiah.
O Shophar Anuncia o Ano do Jubileu
Em Levítico 25:9-10, o toque do shophar anuncia o ano do jubileu. Ele traz à existência um ano todo de remissão, perdão, restituição e restauração social, familiar e humana (pessoal). Inicia-se no dia da expiação, Yom Kippur, quando o povo judeu começa a orar, a reconciliar, a pedir perdão e a liberar perdão. Neste processo de arrependimento, de quebrantamento e contrição, de perdão sem restrições, de liberação no reino físico e espiritual, e que soa o shophar, trazendo vida nova e uma geração nova.
O Shophar Rompe com as Fortalezas
É inacreditável que o tocar simples de uma trombeta ou buzinas, ocasione algo tremendo no mundo físico. Isto aconteceu com Josué, em Jericó. Havia ali uma fortaleza intransponível, inconquistável e invencível. Deus envia Seu povo e dá uma ordem: "Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiros adiante da arca; e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes e os sacerdotes tocarão as trombetas" (Josué 6:4). Josué obedeceu às estratégias e logísticas divina. Organizou os sacerdotes, o exército e o povo marcharam para vencer (Js 6:6,9,13). Cumpridas as exigências a fortaleza de Jericó ruiu em frente ao povo. Incrível, mas o efeito do toque do shophar e a obediência resultaram na conquista da cidade. Voz do shophar e a voz do povo levaram à conquista: "Gritou, pois o povo, e os sacerdotes tocaram as trombetas; ouvindo o povo o sonido da trombeta, deu um grande brado, e o muro caiu rente ao chão, e o povo subiu à cidade, cada qual para o lugar que lhe ficava defronte, e tomaram a cidade" (Js 6:20).
O Shophar e a Guerra
Em Juízes 3:27, o juiz Eúde convoca os filhos de Israel para a guerra ouvindo o toque do shophar. O toque do shophar nas montanhas de Efraim convocou os valentes para sacudir o jugo moabita que oprimia o povo de Deus. Foi a retomada da terra que estava usurpada pelo inimigo. É interessante também observar o acontecido com Gideão: "Mas o Espírito do Senhor apoderou-se de Gideão; e tocando ele a trombeta, os abiezritas se ajuntaram após ele" (Jz 6:34).
Gideão, tomado pelo Espírito, toca a trombeta e convoca o povo para a vitória sobre os invasores midianitas. Os trezentos escolhidos por Gideão dos que se apresentaram para a guerra, possuíam o seu próprio shophar e com ele proclamavam, convocavam, profetizavam e anunciavam os feitos do Senhor, eram a boca de Yahweh. A logística usada por Gideão, três grupos de cem homens e a estratégia foi tocar as trombetas. Que tremendo! "Quando eu tocar a trombeta, eu e todos os que comigo estiverem, tocai também vós, as trombetas ao redor de todo o arraial, e dizei: pelo Senhor e por Gideão!" (Jz 7:18).
Trezentos homens armados de shophares venceram os inimigos (Jz 7:19-22). Essa voz de Yahweh é poderosa e majestosa (Sl 29:3-9). Essa voz chama-nos para a conquista de cidades fortificadas (Jz 4:5). Ouça a voz que chama para a batalha e mexe com o nosso interior como fez com o profeta Jeremias: "Ah, entranhas minhas, entranhas minhas! Eu me torço em dores! Paredes do meu coração! O meu coração se aflige em mim. Não posso calar, porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra". "Até quando verei o estandarte (bandeira tremulando) e ouvirei a voz da trombeta" (Jr 4:19,21).
Jeremias sente mover suas entranhas, sente dores, dores de parto, de guerrear, de vencer, como as de Paulo (Gl 4:19). Paredes do coração, o profeta sente taquicardia, o bater descompassado da aflição. O profeta diz: Não posso calar, tenho que falar. Ele ouve a convocação da trombeta, a voz de Yahweh, e já vê as bandeiras do seu povo tremulando e o chamado para a guerra, guerra do Senhor. Somos conquistadores, estamos em guerra, ouça o shophar, Yahweh Tsabaoth, o Senhor dos Exércitos que está conosco nos chama para a batalha (Sl 46:7,11).
O Shophar e o Juízo
Oséias 8:1 - "Põe a trombeta à tua boca. Ele vem como águia contra a casa do Senhor; porque eles transgrediram o meu pacto, e se rebelaram contra a minha lei".
Isaías 58:1 - "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados".
Aqui a voz é comparada ao shophar para anunciar o juízo e o pecado do povo de Deus. O profeta Jeremias também alerta o povo acerca do juízo: "Fugi para segurança vossa, filhos de Benjamim, do meio de Jerusalém! Tocai a buzina em Tecoa...". "Também pus atalaias sobre vós, dizendo: estais atentos à voz da buzina. Mas disseram: não escutaremos" (Jr 6:1; 17).
Ás vezes o povo pensa e age de modo errado. Volta à antiga vida, à lama do passado, ao antigo senhorio (satanás), rejeita o que Deus dá como herança. "Mas se vós disserdes: não habitaremos nesta terra; não obedecendo à voz do Senhor vosso Deus, e dizendo: não, antes iremos para a terra do Egito, onde não veremos a guerra, nem ouviremos o som de trombetas, nem teremos fome de pão e ali habitaremos" (Jr 42:13-14). O povo demonstra cansaço, fadiga, desânimo, desistência e frustração. O povo abre mão de Deus, o Senhor. Achavam que o Egito era melhor e mais seguro. - Esqueciam-se que o Egito é o lugar de escravidão, trabalho árduo, de opressão, dor, angústia e morte. Não queriam ouvir a trombeta, a voz de Deus. A maldição os alcançou.
O Shophar e o dia do Senhor
Joel 2:1 - "Tocai a trombeta em Sião e dai o alarme no meu santo monte, tremam todos os moradores da terra, porque vem vindo o dia do Senhor; já está perto". O shophar anuncia o dia do Senhor. Deus disse que o shophar será tocado no santo monte, é um alarme, tenham atenção. Amós 3:6 - "Tocar-se-á a trombeta na cidade, e povo não estremecerá? Sucederá qualquer mal à cidade, sem que o Senhor o tenha feito?"
Este é o toque que anuncia o juízo final. O dia do Senhor será terrível para o homem e vem acompanhado de sinais terríveis. Dia de pasmo, de angústia, de dor, de sangue, etc. Sofonias 1:16-17 diz: "Dia de trombeta e alarido contra as cidades fortificadas e contra as torres altas (World Trade Center, mera coincidência?). E angustiarei os homens, e eles andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor; e o seu sangue se derramará como pó e a sua carne como esterco". O próprio Deus fará soar sua voz como shophar: “O SENHOR será visto sobre os filhos de Sião, e as suas flechas sairão como o relâmpago; o SENHOR Deus fará soar a trombeta e irá com os redemoinhos do Sul (Zc 9:14). Em Apocalipse, a partir do capítulo 8:6, vemos a extensão total do juízo de Deus à medida que os anjos tocam os shophares e a conseqüência do grande e terrível dia do Senhor.
O Shophar e a Vinda de Cristo
Para o Apóstolo Paulo, várias são as trombetas que soarão convocando os crentes para as mais diversas tarefas. Ao soar da última trombeta acontecerá a ressurreição dos mortos e o arrebatamento da igreja que encontrar-se-ão com Cristo: "Eis que vos digo um mistério: na verdade nem todos dormiremos, mas seremos todos transformados, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados" (I Co 15:51-52).
"Dizemo-nos, pois, isto pela palavra do Senhor, que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos aos que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com um alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro, depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar com o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" (I Ts 4:15-17). Aleluia!!!
O Shophar e Outras Relações
- Regula as viagens dos filhos de Israel (Nm 10:10 e Sl 81:13). - Convoca assembléias (Nm 10:2,3,7). - Acompanha os sacrifícios em dias festivos, cerimoniais e procissões religiosas (Nm 10:10; I Cr 13:8; 15:24,28; II Cr. 5:13; 15:14). - Reunir o povo para guerra (Jz 3:27). - Proclamam reis (II Rs 9:13; 11:14). - Usados nos cultos (II Cr 5:12-13; 7:6). - Dar alarma em casos de perigo (Ez 33:2-6). - Chamar o povo ao arrependimento e ao Jejum (Jl 2:15). - Usadas na adoração no templo, quando tocadas, os sacerdotes não conseguiram ficar em pé e caíram com o poder e a gloria de Deus (II Cr 5:13,14 versão revisada). - A Festa das trombetas era celebrada pelo toque delas (Lv 23:24), este era um momento de grande alegria entre o povo de Deus, principalmente para nós hoje, pois este dia era o dia de Pentecostes, o dia do derramamento do Espírito Santo sobre os discípulos (At 2).
Milagres Ligados ao Toque do Shophar
- Js. 6:20 – A queda das muralhas de Jericó. - Ex. 19:16 20:18 – Ouvidas no monte Sinai quando Moisés recebia as tábuas da Lei. - Jz. 7:16 a 22 – Produziu confusão no acampamento dos inimigos, e eles começaram a ferir uns aos outros, de maneira que os trezentos homens de Gideão venceram a batalha.
Seu Sonido Ilustra
Não somente ilustra a voz do eterno Deus, como no monte Sinai com Moisés Ex. 19:16. Mas também ilustra o poder de Deus em ressuscitar aos mortos I Ts. 4:16. Também a pregação ousada dos ministros de Deus, chamando o povo ao arrependimento e entrega de vida ao Senhor (Is 58:1 Os 8:1 e Jl 2:1). E também os julgamentos do último dia (Ap 8:2-13).
O Som do Shophar, a Prece Sem Palavras
O shophar está sendo tocado para levar o povo ao arrependimento, à adoração, como ato profético nas marchas de conquista, e na celebração ao nosso Senhor. Do ponto mais profundo de seu íntimo, os homens liberam um choro primitivo e o shophar é o instrumento que o expressa. E a mensagem é sempre a mesma: "Pai: Estamos com saudades, queremos voltar para casa".
O shophar é feito de um chifre de animal, geralmente de carneiro, e tocado como uma trombeta. Pode ser feito de qualquer chifre de animal casher, exceto a vaca. São usados também chifres de antílope. O shophar não possui bocal e exige muito treino para ser tocado. As festas judaicas eram anunciadas ao som do shophar, como por exemplo, a Festa do Grande Perdão (Yom Kipur).
Resumindo
Deus mandou seu povo fazer uma trombeta, chamada Shophar e colocou este Shophar nas mãos dos sacerdotes, que ficavam a porta do tabernáculo e do templo, para chamar o povo de Deus a se reunir e a se quebrantar na presença do Senhor para confessar o seu pecado e a celebrar pelas festas o Senhor no meio deles e também se arregimentar para a guerra e convocar o exercito do Senhor sobre a nação de Israel. E nestes dias, Deus esta chamando seu exercito de adoradores, para adora-lo em espírito e em verdade, para a conquista final.
Tenham ouvidos atentos ao som do shophar de Yahweh, pois ele tem uma mensagem para você. O seu som é inteligível: ouça, entenda e responda positivamente ao Senhor, Ele o convoca (I Co 14:8). Ao ler este ensino deixe seu coração aberto para que o Senhor esteja sempre sensível ao toque da "trombeta" para as convocações e desafios em sua vida

A ADORAÇÃO, O LOUVOR E A MÚSICA

O louvor é uma manifestação de adoração e significa elogio.

Enquanto a adoração fala do que somos, o louvor fala do que fazemos. A adoração é gerada dentro do homem, onde só Deus pode ver. O louvor inevitavelmente se exterioriza, onde os homens também podem ver. Como vimos até aqui, adoração significa reverência a Deus, através de uma vida de reconhecimento e amor.Não é possível adorar sem louvar, mas é possível louvar sem adorar.Deus disse: "...este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim..."Os verdadeiros adoradores estão compromissados com Deus interior e exteriormente. A música é um veículo, um transporte para o louvor e a adoração. Louvar a Deus se torna muito agradável com o respaldo (apoio) da música. É muito gostoso expressar nosso louvor a Deus através dela. A música não é fundamental mas coopera. Ela tem sua importância:- É uma criação de Deus (Romanos 11.36; Apocalipse 4.11);- E como a bíblia nos mostra, a música está presente até no céu (Apocalipse 14.3; 15.3).A bíblia faz inúmeras menções sobre o louvor a Deus com a música:- "Davi e toda a casa de Israel alegravam-se perante o Senhor, com toda sorte de instrumentos..." (2 Samuel 6.5)- "Louvai ao Senhor, porque o Senhor é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável." (Salmos 135.3)- "Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver." (Salmos 146.2)- "Louvem-lhe o nome com flauta; cantem-lhe salmos com adufe e harpa." (Salmos 149.3)- "Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes." (Salmos 150.3-5)A adoração pode conter a música, mas nem sempre a música contém adoração.

ESTUDO

Adoração: Alguns Princípios BásicosHugues Oliphant Old
Nós adoramos a Deus porque Deus nos criou para adorá-lo. Adoração está no centro da nossa existência; no coração da nossa razão de ser. Deus nos criou para ser sua imagem -- uma imagem que refletiria sua glória. De fato, toda a criação foi trazida à existência para refletir a glória divina. O salmista nos diz que "os céus proclamam a glória de Deus; e o firmamento anuncia as obras das suas mãos" (Salmos 19:1). O apóstolo Paulo na oração com que ele inicia a epístola aos Efésios mostra claramente que Deus nos criou para louvá-lo. "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado (...)" (Efésios 1:3-6). Esta oração diz muita coisa sobre a adoração dos mais antigos Cristãos. Ela mostra a consciência que os primeiros Cristãos tinham do significado último de sua adoração. Eles entendiam a si mesmos como tendo sido destinados e nomeados para viver para o louvor da glória de Deus (Efésios 1:12). Quando o Catecismo de Westminster nos ensina, "O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre", ele dá testemunho desse mesmo princípio básico; Deus nos criou para adorá-lo. Realmente, é aqui que nós devemos começar quando, como teólogos Reformados, nós perguntamos o que é adoração. Adoração deve, acima de tudo, servir à glória de Deus. Hoje, há aqueles que justificariam a adoração por algumas outras razões. É nos dito que deveríamos adorar porque isso nos traz felicidade. Algumas vezes a adoração nos faz feliz, mas nem sempre. É nos dito que deveríamos adorar porque isso nos dá um senso de auto-realização. Realmente, a adoração cumpre o propósito da nossa existência, mas nós não adoramos porque ela nos traz auto-realização. É nos dito, freqüentemente, que deveríamos adorar a fim de construirmos uma família sólida: “a família que ora junta está junta". Os sumos-sacerdotes da religião da fertilidade Cananita muito disseram sobre a mesma coisa. Todos os tipos de políticos têm insistido na participação em vários ritos religiosos para desenvolver uma unidade nacional ou identidade ética. A Rainha Elizabeth I não foi a primeira ou a última que tentou consolidar seu reino por insistir que o culto é em algum sentido Inglês. Alguém sempre pode achar médicos e gurus, que defendem ritos religiosos por amor à boa saúde, sucesso financeiro ou paz mental. Verdadeira adoração, contudo, é distinta de tudo isso, na medida em que serve, acima de todas as coisas, ao louvor da glória de Deus. Deus não somente nos criou para adorá-lo, mas também nos mandou adorá-lo. Os quatro primeiro versículos dos dez mandamentos dizem respeito à adoração. O primeiro mandamento nos diz, "Não terás outros deuses diante de mim". Jesus nos diz que o primeiro e maior mandamento é que nós amemos a Deus com todo o nosso coração, toda nossa mente, e toda a nossa alma. O ponto é que nossa adoração, nossa mais profunda devoção, nosso mais ardente amor deve ser dirigido a Deus antes do que para nós mesmos. Mesmo antes de amar a nós mesmos ou nossos vizinhos ou alguma outra causa humana digna, nós devemos nos devotar a Deus. João Calvino (1509-1564), um dos líderes da Reforma Protestante, em seu comentário sobre os Dez Mandamentos, diz que o primeiro mandamento significa que nós devemos “com verdade e zelo piedoso.... contemplar, temer, adorar, sua majestade; participar em suas bênçãos; procurar a sua ajuda em todos os tempos; reconhecer, e por louvores celebrar, a grandeza de suas obras - como o único fim das atividades desta vida” (Calvin, Institutes II: viii, 16). [2] O segundo mandamento diz que nós não devemos usar imagens ou ídolos em nossa adoração, pois como o Apóstolo Paulo nos diz, Deus não é representado pela arte e imaginação dos homens; Deus nos criou para ser o reflexo de sua imagem (Atos 17:22-31). Tomar esse mandamento seriamente é fundamental para o entendimento Reformado da adoração. Se hoje a adoração Protestante-Americana confunde adoração com arte, ou até pior, se nós confundimos adoração com entretenimento, é porque nós temos falhado em aprofundar o significado do segundo mandamento. O terceiro mandamento nos diz que não devemos usar o nome do Senhor em vão. Vão significa vazio. O mandamento nos ensina a adorar a Deus honesta e sinceramente, a adorar a Deus "em espírito e em verdade", para usar as palavras de Jesus. O quarto mandamento nos diz para relembrar, ou observar, o culto do Dia de Sábado. Este mandamento faz os três mandamentos precedentes muito concretos. Sem esse mandamento poderia parecer que a lei tinha tido alguma coisa muito mais subjetiva em mente do que real culto de adoração. Como nós deveremos ver em outro capítulo, Jesus também interpretou esse mandamento em um sentido bem concreto, quando disse aos discípulos para celebrar a Ceia do Senhor em memória dele. Através de toda a Escritura, nós achamos mandamentos para adorar a Deus e mandamentos relativos à adoração. Todos estes são, de fato, um desdobrar-se e uma interpretação desses quatro mandamentos básicos. Verdadeira adoração é um ato de obediência à lei de Deus. A teologia reformada com o seu senso Agostiniano da continuidade entre o Antigo e Novo Testamento toma muito seriamente o que o primeiro tablete da lei tem a dizer sobre a adoração. Primeiro princípio: A adoração é de acordo com a EscrituraEsta é então a primeira característica da adoração Reformada: é adoração que é "de acordo com a Escritura". Os Reformadores não tencionaram com isto, um tipo de literalismo bíblico-modelo, embora tenham sido freqüentemente acusados disso. Muito mais, eles tinham em mente que a adoração cristã deveria ser em obediência à Palavra de Deus como é revelada na Sagrada Escritura. Bem no início da Reforma, nós encontramos esse princípio empregado por Martin Bucer (1491-1551), o primeiro Reformador na cidade de Estrasburgo, uma das primeiras cidades daqueles dias que empreenderam uma reforma litúrgica. Como Bucer colocou, é somente a adoração que Deus requer de nós que realmente O serve. Bucer obviamente não entendeu adoração como se fosse algum tipo de arte criativa, como se o objeto da adoração fosse entreter Deus com uma liturgia elaborada de cortejo suntuoso e dramas. Como Bucer e seus colegas o entenderam, Deus dirigi-nos acima de tudo a adorá-lo através da proclamação da sua Palavra, à entrega dos donativos, à celebração da comunhão, e ao ministério de oração. Isto, Bucer deduziu do texto de Atos 2:42, que fala da adoração da igreja primitiva: "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações". John Oecolampadius (1482-1531), o Reformador de Basel, e um dos mais respeitados eruditos de sua época, desenvolveu consideravelmente o que os mais antigos teólogos Reformados quiseram dizer por adoração de acordo com a Escritura. Como bem entendeu Oecolampadius, a Bíblia não nos fornece alguma liturgia ou serviço de culto pronto. Contudo, a igreja deveria desenvolver um serviço de culto de acordo com quaisquer direções e exemplos específicos achados na Escritura. Quando a Escritura não nos dá direções específicas, então, em tais questões, nós deveríamos ser guiados por princípios escriturísticos. Por exemplo, Oecolampadius ensinou que o culto Cristão deveria ser simples e sem rituais pomposos ou cerimônias suntuosas, pois o modo de vida que Jesus ensinou foi simples e sem pretensão. Como Oecolampadius a entendeu, a adoração da igreja deveria ser consistente com alguns princípios essenciais como justificação pela fé, graça preveniente, e acima de tudo o amor Cristão. Esse princípio, que a adoração da igreja deveria ser de acordo com a Escritura, tem sugerido, em um largo alcance, o arranjo desse livro. Alguém não pode prontamente apreciar o que os Reformadores tinham a dizer sobre a adoração a menos que veja como eles a tiraram da Escritura. Alguém deve entender seu ensino como uma interpretação das Escrituras. Nós iremos, portanto, devotar grande atenção ao que a Escritura tem a dizer sobre vários aspectos da adoração e então iremos retornar à questão de como os Reformadores entenderam a Escritura. A fim de entender o que é a Reforma, nós devemos entender o que Reforma de acordo com a Palavra de Deus é. Há mais! Ao mesmo tempo em que os Reformadores entenderam ser a Escritura sua única autoridade, eles estavam muito interessados em entender como as gerações de Cristãos através da história tinham entendido a Escritura. Estudando a história do culto Cristão, eles acharam muitos exemplos bons de como a igreja tinha verdadeiramente entendido a Escritura. Freqüentemente, os antigos Pais da Igreja tinham sido as mais fiéis testemunhas da autoridade da Escritura. Os Reformadores aprenderam de Atanásio sobre a salmódia cristã, de Ambrósio sobre a instrução catequética, de João Crisóstomo sobre pregação e de Agostinho sobre os sacramentos. Nessas páginas nós precisaremos dizer alguma coisa tanto sobre o modo como a igreja através de muitos séculos manteve um testemunho fiel, como também o modo como a igreja envergonhou aquele testemunho. De outra forma, seria difícil entender o que foi a reforma em toda parte e porquê foi necessária. Alguns freqüentemente perguntam porque deveríamos estudar os Reformadores, hoje. Nós estudamos os Reformadores pela mesma razão que os Reformadores estudaram os Pais da Igreja. Eles são testemunhas da autoridade da Escritura. Os Reformadores estudaram os comentários patrísticos da Escritura porque eles enriqueceram o seu próprio entendimento da Escritura. Hoje nós estudamos os Reformadores porque eles lançam muito mais luz sobre as páginas da Bíblia. Eles estavam apaixonadamente preocupados em adorar a Deus verdadeiramente e eles buscaram as Escrituras para aprender como. Nós estudamos os Reformadores porque seu entendimento da Escritura é assim tão profundo. Segundo princípio: A adoração é em nome de CristoO segundo princípio fundamental da adoração cristã é que ela deveria ser em nome de Cristo (Col. 3:17). Nós iniciamos nossa adoração como Cristãos por sermos batizados em seu nome (Atos 2:38). É em seu nome que a Congregação cristã se reuni, relembrando a promessa que quando dois ou três estão reunidos juntos em seu nome ele está presente conosco (Mateus 18:20). Jesus freqüentemente ensinou seus discípulos a orar em seu nome (João 14:14; 15:16; 16:23). Que nós devemos orar em nome de Jesus é um importante princípio da oração cristã. Fazer alguma coisa em nome de alguém é fazê-lo como agente de alguém. É fazer alguma coisa em serviço de alguém. Quando nós oramos em nome de Cristo nós oramos em seu serviço; nós continuamos o ministério de intercessão que o próprio Jesus iniciou sobre a cruz. A pregação e ensino dos Apóstolos foram igualmente em nome de Jesus (Atos 5:41). Foi em nome de Jesus porque ele comissionou a igreja para continuar o ministério da pregação e ensino que ele iniciou. A igreja está, como Jesus mesmo colocou, "para ensinar todas as coisas que eu vos tenho mandado". Neste mesmo sentido nossa entrega de esmolas e nossas boas obras devem ser em nome de Cristo (Mateus 18:5; Marcos 9:38-41; Atos 3:6). Na última ceia, Jesus comissionou os doze para agirem como seus agentes, "Fazei isto em memória de mim". Quão freqüentemente Jesus partiu o pão com eles e quão freqüentemente Jesus alimentou a multidão! Agora, os apóstolos deveriam ir e sustentar o memorial que ele tinha apontado em seu nome. Adoração cristã é em nome de Cristo porque a adoração é uma função do corpo de Cristo e como Cristãos nós todos somos um corpo. Toda nossa adoração deve ser nele! Que importante conceito do Novo Testamento é este: que a igreja é o corpo de Cristo, e como vividamente os primeiros cristãos entenderam que eles eram todos juntos um corpo, o corpo de Cristo. Eles entenderam que sua adoração era parte da adoração que o Cristo ascendido realizou no santuário celestial para a glória do Pai (Hebreus 7:23-25; 9:25; 10:19-22; 13:15). Se a teologia Reformada está interessada em que a adoração seja de acordo com a Palavra de Deus e em obediência à Palavra de Deus e se a teologia Reformada faz o ponto da adoração ser no nome de Cristo e no corpo de Cristo, é certamente porque ela tem concebido a importância da adoração, como sendo muito mais que um trabalho meramente humano. Adoração é o trabalho do Santo Espírito. Terceiro princípio: A adoração é obra do Espírito SantoAqui está o terceiro princípio que nós gostaríamos de desenvolver. As Escrituras são particularmente claras sobre a oração ser o trabalho do Santo Espírito. Como o apóstolo Paulo nos diz é o Espírito que clama dentro de nós quando oramos (Romanos 8:15-27). O Apóstolo nos diz que quando oramos, "Nosso Pai," é o Espírito Santo orando dentro dos nossos corações (Romanos 8:15). Os hinos e salmos que são cantados na adoração são cânticos espirituais, isto é, eles são os cânticos do Santo Espírito (Atos 4:25; Efésios 5:19). Mesmo a pregação da igreja deve ser no Espírito (1 Coríntios 12:8). Jesus prometeu-nos que quando apresentamos nosso testemunho diante do mundo não somos nós que falamos, mas o Espírito Santo que fala (Marcos 13:11). A adoração cristã é inspirada pelo Espírito, autorizada pelo Espírito, dirigida pelo Espírito, purificada pelo Espírito, e produz o fruto do Espírito. Adoração Cristã é o enchimento do Espírito. ConclusãoHá muito tempo, no oitavo século antes de Cristo, o profeta Amós insistiu que a adoração verdadeira deve ser santa. Ela deve vir de um povo cujas vidas são consagradas a Deus. Deus não tem interesse nos sacrifícios de um povo iníquo ou nos louvores daqueles que ignoram as exigências éticas da lei. "Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e vossas ofertas de manjares, não me agradarei deles, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça como ribeiro perene" (Amós 5:21-24). Com essas palavras, Amós anunciou o desprazer de Deus com o culto de Samaria. Abuso do pobre, militarismo, a luxúria do rico, suborno nas cortes, promiscuidade sexual, alto interesse nos impostos, e opressivas taxas revelavam a hipocrisia religiosa do reino de Israel. Jesus deve ter tido essa profecia em mente quando ele deixou claro para uma mulher de Samaria que o dia tinha finalmente chegado, quando o verdadeiro adorador deveria adorar a Deus em espírito e em verdade (João 4:1-26). Para o Cristão, a santidade de vida e sinceridade da adoração devem vir juntos; eles devem ser da mesma parte. Para a teologia Reformada a integridade do serviço a Deus e o serviço ao próximo é essencial. Dr. Thomas Manton (1620-1677), a quem poderíamos reconhecer como o mais brilhante da Teologia de Westminster, diz-nos que quando aqueles que adoram a Deus vivem vidas imorais, a glória de Deus é obscurecida. Por outro lado, quando Cristãos refletem a santidade de Deus e são de fato a imagem de Deus, então Deus é glorificado. Quando aqueles que adoram o Deus Santo tornam-se, através da adoração, santos, eles anunciam as glórias daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). Isto não significa que a santidade é um pré-requisito para a adoração. Se fosse, nenhum de nós poderia adorar. Santidade é, antes, o fruto da adoração. Dr. Manton nos diz que Deus é santificado pelo seu povo quando eles descobrem que ele é santo, a fonte de toda a santidade, e quando Deus nos santifica pelo trabalho da graça e da santidade em nós, então nós declaramos que ele é um Deus santo (Thomas Mantos, Manton's Works I, 84). É o Santo Espírito que purifica a nossa adoração pelo seu contínuo trabalho de santificação. Pela purificação dos adoradores, a adoração se torna pura. Quando nós adoramos, tendo nossa mente iluminada pelo Espírito, nossa vida limpa pelo Espírito, nossa vontade movida pelo Espírito, e nosso coração aquecido pelo Espírito, então nossa adoração deixa de ser uma obra meramente humana para ser uma obra divina. Mas se adoração é uma obra divina, é a obra salvadora de Deus entre nós. É a obra de edificação de Deus da igreja. Este é o ponto, quando o Breve Catecismo de Westminster nos diz que palavra, oração, e sacramentos são meios de graça. "Os meios exteriores e ordinários pelos quais Cristo nos comunica as bênçãos da redenção...". [3] Desde o início, os teólogos Reformados falam da adoração como sendo edificante. Martin Bucer em particular gostou de usar essa palavra para descrever a adoração Cristã. Ele tinha em mente a passagem onde o Apóstolo Paulo nos diz que tudo no culto deveria edificar a igreja (1 Coríntios 14:1-6), isto é, deveria ensinar ou edificar a igreja. A adoração que coloca em primeiro lugar o louvor da glória de Deus, adoração que é de acordo com a Palavra de Deus, adoração que serve a Deus e Deus somente, de fato, edifica a igreja. Edifica a igreja porque é a obra do Santo Espírito no corpo de Cristo. Quando no culto da igreja, a palavra é verdadeiramente pregada e os sacramentos corretamente administrados, então Deus chama, ensina, e leva seu povo para um novo caminho de vida. É vindo juntos para a adoração que nós nos tornamos a igreja (1 Coríntios 10:16-17; 11:17-22). É aqui que nós somos unidos conjuntamente em um corpo pelo Espírito de Deus, que nós somos feitos participantes na vinda do reino. É em culto que nós ouvimos as boas novas de nossa salvação, que nós somos salvos de nossos pecados e transformados na imagem de Cristo. Se Deus nos mandou adorá-lO não pelas imagens criadas por nossa própria arte e imaginação é porque ele quer que sejamos sua imagem. A adoração é a oficina onde nós somos transformados em sua imagem. Quando nós somos assim transformados em sua imagem, nós então refletimos sua glória. É então através do ministério do louvor e oração, o ministério da palavra e sacramento que nós somos transformados para oferecer aquele culto espiritual que o apóstolo Paulo nos diz que é aceitável a Deus (Romanos 12:1-2). É isto que se quer dizer quando é dito que a adoração é a obra do Santo Espírito no corpo de Cristo para a glória do Pai.